Natural de Lagos e escudeiro do infante D. Henrique, foi quem, em 1434, e numa segunda tentativa, dobrou o Cabo Bojador, pondo fim a doze anos de esforços e tentativas até aí infrutíferas para ultrapassar este cabo. Tal êxito constituiu o início das descobertas ao longo da costa africana, que a partir daí vão ter um avanço significativo e constante. Gil Eanes prosseguiu na exploração dessa costa, tendo posteriormente atingido Angra dos Ruivos, Arguim e, finalmente, em 1446, a Gâmbia.
Pesquisa feita por Jorge Alves do 5º C
terça-feira, 31 de maio de 2011
Vasco da Gama
Navegador português, nasceu em Sines, por volta de 1468, filho ilegítimo de Estêvão da Gama, que esteve ao serviço de D. João II como marinheiro.
Vasco da Gama era também um experimentado navegador que já executara várias missões ao serviço de D. João II. D. Manuel I nomeia-o comandante da frota que vai descobrir o caminho marítimo para a Índia. Faziam parte desta expedição três naus e um navio de mantimentos. A frota parte de Lisboa a 8 de Julho de 1497 e chega a Moçambique a 2 de Março de 1498. Segue depois para Melinde, onde obtém a ajuda de um piloto mouro, acabando por aportar a Calecute, na Índia, em 17 de Maio de 1498. Apesar do aparente bom acolhimento, aparecem as intrigas dos comerciantes árabes, que põem em perigo a estadia da frota portuguesa. Em Outubro de 1498 tem início a viagem de regresso, dando-se a chegada a Lisboa em Agosto de 1499.
Estava descoberto o caminho marítimo para a Índia há tanto tempo procurado, e era o culminar de tantos anos de esforços. Face aos problemas que entretanto surgem na Índia, Vasco da Gama volta lá em 1502 com uma armada de 20 navios, submetendo Quíloa e fazendo alianças com os reis de Cochim e Cananor, com o que deixa assegurado o domínio português no Oceano Índico. Regressa carregado de especiarias em 1504.
Em 1524 D. João III nomeia-o vice-rei da Índia, onde chega em Setembro, para lutar contra os abusos existentes que punham em causa a presença portuguesa na região. Vasco da Gama começa a actuar rigidamente e consegue impor a ordem, mas vem a morrer em Dezembro desse mesmo ano, sendo os seus restos mortais trazidos para Portugal.
Pesquisa feita pelo Jorge Alves do 5º C
Vasco da Gama era também um experimentado navegador que já executara várias missões ao serviço de D. João II. D. Manuel I nomeia-o comandante da frota que vai descobrir o caminho marítimo para a Índia. Faziam parte desta expedição três naus e um navio de mantimentos. A frota parte de Lisboa a 8 de Julho de 1497 e chega a Moçambique a 2 de Março de 1498. Segue depois para Melinde, onde obtém a ajuda de um piloto mouro, acabando por aportar a Calecute, na Índia, em 17 de Maio de 1498. Apesar do aparente bom acolhimento, aparecem as intrigas dos comerciantes árabes, que põem em perigo a estadia da frota portuguesa. Em Outubro de 1498 tem início a viagem de regresso, dando-se a chegada a Lisboa em Agosto de 1499.
Estava descoberto o caminho marítimo para a Índia há tanto tempo procurado, e era o culminar de tantos anos de esforços. Face aos problemas que entretanto surgem na Índia, Vasco da Gama volta lá em 1502 com uma armada de 20 navios, submetendo Quíloa e fazendo alianças com os reis de Cochim e Cananor, com o que deixa assegurado o domínio português no Oceano Índico. Regressa carregado de especiarias em 1504.
Em 1524 D. João III nomeia-o vice-rei da Índia, onde chega em Setembro, para lutar contra os abusos existentes que punham em causa a presença portuguesa na região. Vasco da Gama começa a actuar rigidamente e consegue impor a ordem, mas vem a morrer em Dezembro desse mesmo ano, sendo os seus restos mortais trazidos para Portugal.
Pesquisa feita pelo Jorge Alves do 5º C
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biografia
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Meridiano de Tordesilhas
O Meridiano de Tordesilhas é uma demarcação ultramarina fruto do Tratado de Tordesilhas, em 7 de Junho de 1494.
O Tratado estabelecia a divisão das áreas de influência dos países ibéricos, cabendo a Portugal as terras "descobertas e por descobrir" situadas antes da linha imaginária que demarcava 370 léguas (1.770 km) a oeste das ilhas de Cabo Verde, e à Espanha as terras que ficassem além dessa linha.
Em princípio, o tratado resolvia os conflitos que seguiram à descoberta do Novo Mundo por Cristóvão Colombo. Muito pouco se sabia das novas terras, que passaram a ser exploradas por Castela.
De imediato, o tratado garantia a Portugal o domínio das águas do Atlântico Sul, essencial para a manobra náutica então conhecida como volta do mar, empregada para evitar as correntes marítimas que empurravam para o norte as embarcações que navegassem junto à costa sudoeste africana, e permitindo a ultrapassagem do cabo da Boa Esperança. Nos anos que se seguiram Portugal prosseguiu no seu projecto de alcançar a Índia, o que foi finalmente alcançado pela frota de Vasco da Gama, na sua primeira viagem de 1497-1499.
Trabalho realizado por Fransisca Laranjo do 5º C
O Tratado estabelecia a divisão das áreas de influência dos países ibéricos, cabendo a Portugal as terras "descobertas e por descobrir" situadas antes da linha imaginária que demarcava 370 léguas (1.770 km) a oeste das ilhas de Cabo Verde, e à Espanha as terras que ficassem além dessa linha.
Em princípio, o tratado resolvia os conflitos que seguiram à descoberta do Novo Mundo por Cristóvão Colombo. Muito pouco se sabia das novas terras, que passaram a ser exploradas por Castela.
De imediato, o tratado garantia a Portugal o domínio das águas do Atlântico Sul, essencial para a manobra náutica então conhecida como volta do mar, empregada para evitar as correntes marítimas que empurravam para o norte as embarcações que navegassem junto à costa sudoeste africana, e permitindo a ultrapassagem do cabo da Boa Esperança. Nos anos que se seguiram Portugal prosseguiu no seu projecto de alcançar a Índia, o que foi finalmente alcançado pela frota de Vasco da Gama, na sua primeira viagem de 1497-1499.
Trabalho realizado por Fransisca Laranjo do 5º C
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Descobrimentos
terça-feira, 10 de maio de 2011
Um Manto com Mensagem
Conta-se que D. João I, sentindo o peso da governação e querendo transmiti-lo aos que o rodeavam, mandou bordar num dos mantos reais um camelo carregando quatro sacos. Em cada saco estava escrito um desejo:
-“ Não governar mal.”
-“ Aplicar a justiça com amor e equilíbrio.”
-“ Manter a paz entre os súbitos.”
-“ Ser poupado e realizar grandes feitos.”
Trabalho realizado por: Bruna Lima 5ºD
-“ Não governar mal.”
-“ Aplicar a justiça com amor e equilíbrio.”
-“ Manter a paz entre os súbitos.”
-“ Ser poupado e realizar grandes feitos.”
Trabalho realizado por: Bruna Lima 5ºD
sábado, 7 de maio de 2011
Um Rei Ecologista
O rei D. Dinis, em 1310, dirigindo-se aos habitantes de Campo de Ourique, ordenou:
-“ Que se não se faça danos nos sobreiros nem nas outras árvores e aqueles que cortarem árvores pelo pé, sem autorização, paguem por cada árvore 9 livras. E se cortarem algum ramo mais que aqueles que lhes dei, pague por cada ramo 3 livras que é como se usa em Évora e nas outras vilas do Alentejo.”
Trabalho realizado por: Ana Beatriz
-“ Que se não se faça danos nos sobreiros nem nas outras árvores e aqueles que cortarem árvores pelo pé, sem autorização, paguem por cada árvore 9 livras. E se cortarem algum ramo mais que aqueles que lhes dei, pague por cada ramo 3 livras que é como se usa em Évora e nas outras vilas do Alentejo.”
Trabalho realizado por: Ana Beatriz
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Quem é a rabuda ?
D. Afonso III fez um segundo casamento com D. Brites de Castela. O povo chamava à rainha D. Brites a “Rabuda”.
Pensa-se que esse nome lhe foi posto por ela ter trazido a moda do vestido com “cota de rabo ou caudata” . Este traje era considerado muito elegante, mas as pessoas do povo pensavam que a cauda do vestido servia para esconder uma deformação física…
Trabalho realizado por: João 5ºD
Pensa-se que esse nome lhe foi posto por ela ter trazido a moda do vestido com “cota de rabo ou caudata” . Este traje era considerado muito elegante, mas as pessoas do povo pensavam que a cauda do vestido servia para esconder uma deformação física…
Trabalho realizado por: João 5ºD
A Peste Negra
Conta-se que a Peste Negra na Europa ocorreu, porque as pessoas acreditavam que quem tivesse um gato era uma bruxa. Logo todos os gatos foram queimados, deixando os ratos (com as suas doenças) circular livremente e multiplicar-se.
Trabalho realizado por: João 5ºD
Trabalho realizado por: João 5ºD
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